Encerrando Ciclos
(Autor: desconhecido / Adaptação: Paulo Coelho)
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistimos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que sentem-se culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto as vezes ganhamos, e as vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o está apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não tem data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do 'momento ideal.' Antes de começar um capitulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Copyright © 2004 by Warrior of the light Todos os direitos reservados. All rights reserved.
quinta-feira, outubro 21, 2004
segunda-feira, outubro 18, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 040]
"Sua vida não é uma coincidência, é conseqüência do que você é. Tem a sua cara e é exatamente do tamanho da sua visão de mundo. Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela..."
(Roberto Shinyashiki)
(Roberto Shinyashiki)
quarta-feira, outubro 13, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 039]
"O trabalho é uma forma sublime de realização, mas infelizmente, muitas pessoas o consideram um martírio, uma atividade desgastante que deve ser encarada com resignação. Por outro lado, há quem encontre nele uma oportunidade gratificante de aplicar seus conhecimentos e habilidades e poder, assim, tornar sua vida mais útil e produtiva. O trabalho é o caminho da concretização dos sonhos de qualquer pessoa. Quando você coloca fé em seu trabalho, torna-se capaz de revolucionar o planeta."
(Roberto Shinyashiki)
(Roberto Shinyashiki)
sexta-feira, outubro 08, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 038]
O motivo de estar aqui
(Autor: Gregory Corrigan)
O homem caminhou pela principal rua de sua cidade. Viu mendigos, aleijados, miseráveis. Como não conseguia mais conviver com tanta miséria, clamou aos céus:
- "Deus, como podes amar tanto o ser humano e ao mesmo tempo não fazer nada por quem está sofrendo?"
- "Eu fiz alguma coisa por eles", escutou uma voz. "Eu fiz você!"
(Autor: Gregory Corrigan)
O homem caminhou pela principal rua de sua cidade. Viu mendigos, aleijados, miseráveis. Como não conseguia mais conviver com tanta miséria, clamou aos céus:
- "Deus, como podes amar tanto o ser humano e ao mesmo tempo não fazer nada por quem está sofrendo?"
- "Eu fiz alguma coisa por eles", escutou uma voz. "Eu fiz você!"
terça-feira, setembro 28, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 037]
O analfabeto político
(Autor: Bertrold Bretch)
O pior analfabeto
é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe,
da farinha, do aluguel,
do sapato e do remédio
depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro
que se orgulha e estufa o peito,
dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil que,
de sua ignorância política,
nasce a prostituta,
o menor abandonado, o assaltante
e o pior de todos os bandidos:
que é o político vigarista,
pilantra, o corrupto
e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
(Autor: Bertrold Bretch)
O pior analfabeto
é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe,
da farinha, do aluguel,
do sapato e do remédio
depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro
que se orgulha e estufa o peito,
dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil que,
de sua ignorância política,
nasce a prostituta,
o menor abandonado, o assaltante
e o pior de todos os bandidos:
que é o político vigarista,
pilantra, o corrupto
e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
sexta-feira, setembro 24, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 036]
"Será que é preciso abrir mão de tudo na vida para ser feliz? Não necessariamente. É possível às pessoas realizar todos os seus sonhos sem tanto sofrimento e criar um estilo de vida em que predomine o alto-astral. O que conta não é tanto o que você faz, mas como você procura realizar suas metas."
(Roberto Shinyashiki)
"O verdadeiro propósito de um objetivo é aquilo em que ele o transforma, como ser humano, enquanto você o busca. A recompensa definitiva é a pessoa em quem você se transforma."
(Anthony Robbins)
(Roberto Shinyashiki)
"O verdadeiro propósito de um objetivo é aquilo em que ele o transforma, como ser humano, enquanto você o busca. A recompensa definitiva é a pessoa em quem você se transforma."
(Anthony Robbins)
quinta-feira, setembro 16, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 035]
"O mundo sempre parece ameaçador e perigoso para os covardes. Estes procuram a segurança mentirosa de uma vida sem grandes desafios, e se armam até os dentes para defender aquilo que julgam possuir. Os covardes são vítimas do próprio egoísmo, e terminam construindo as grades da própria prisão."
(Anthony Williams)
(Anthony Williams)
sexta-feira, setembro 03, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 034]
Logo abaixo, você tem trechos da entrevista que Erin Brockovich concedeu à Revista Veja, na edição desta semana (01/09/2004).
No início dos anos 90, ela participou ativamente de um dos maiores processos judiciais, do estado da Califórnia (EUA), movidos contra grandes corporações. Sua persistência e perseverança em defender o direito de vítimas de contaminação de resíduos químicos, inspiraram o filme que teve Julia Roberts como protagonista.
Erin Brockovich, tem 43 anos; é mãe de três filhos e ainda trabalha no mesmo escritório de advocacia, lutando pelas mesmas causas.
Um grande abraço,
Oacir...
Veja - A senhora acreditou numa causa, lutou por ela até o fim e venceu. O que é preciso para seguir seu exemplo?
Erin - A atitude de cada um de nós faz toda a diferença e pode mover montanhas. Se uma pessoa ousa dizer: "Isso está errado, e eu posso mudar essa situação", outras se sentem estimuladas a seguir o mesmo caminho. Quando você se dá conta, já criou um movimento poderoso. Muitas vezes não temos consciência do tamanho de nossa capacidade. Ela geralmente é muito maior do que imaginamos. Mas primeiro precisamos aprender a gostar de nós mesmos e acreditar que somos capazes de realizar qualquer coisa que tenhamos vontade. Isso nos dá mais coragem e confiança para ousar e fazer o que parece impossível. Se pensamos assim, mesmo em caso de fracasso vamos tentar novamente até atingir nosso objetivo.
Veja - A senhora não teve medo de enfrentar uma grande corporação?
Erin - Não, porque havia uma força muito maior que me movia naquele momento: a vontade de ajudar as pessoas atingidas pela contaminação e o senso de justiça. Quando descobri que a vida daqueles moradores estava em perigo e que a culpa era de uma empresa de eletricidade, passei a desejar que a justiça fosse feita. No início, todo mundo, inclusive meu chefe no escritório de advocacia, achou que eu estivesse louca pela simples idéia de querer mover a ação. Aos poucos, devido à minha persistência, começaram a acreditar que poderíamos vencer aquela batalha.
Veja - O que a atraiu em especial no caso da contaminação causada pela empresa de eletricidade?
Erin - Os relatos das vítimas despertaram minha atenção. Li sobre o caso e fiquei curiosa para conhecê-las. Aos poucos, aquelas pessoas começaram a se tornar parte de minha vida. Todos os dias eu ia até a cidadezinha atingida pela contaminação e elas faziam hambúrguer e cachorro-quente para mim. Ficaram minhas amigas, tão próximas que algumas se tornaram parte de minha família. Gostava delas. Comecei a encarar minha luta não como um trabalho, e sim como algo que eu fazia pelas pessoas que amava e queria bem. Eu me preocupo com o bem-estar das pessoas, das famílias, das crianças. E todos nós estamos no mesmo barco, respiramos o mesmo ar, compartilhamos os mesmos recursos naturais. Meu grande desafio é fazer com que as pessoas acreditem que vale a pena lutar pela saúde de sua família.
Veja - De onde a senhora tira tanta valentia?
Erin - De certa forma, foi o fato de sofrer de dislexia que me tornou persistente para conseguir as coisas. Na escola, eu tinha de me esforçar duas vezes mais que os colegas para obter os mesmos resultados. Com o tempo, comecei a pensar da seguinte forma: se uma porta se fecha, uma janela se abre. Ou seja, se não consigo obter aquilo de que preciso agindo da forma como todo mundo age, por ser disléxica, tenho de descobrir outras formas de conseguir os mesmos resultados, ou até resultados melhores.
Veja - A senhora é feliz?
Erin - Sim, e certamente sou mais feliz hoje que há dez anos. Porque todos os dias procuro aprender com meus erros e acertos, adquirir mais experiência de vida. E, quanto mais sabedoria eu tenho, mais confiança eu ganho. E, quanto mais confiante, mais feliz me sinto.
Copyright © 2004 by Editora Abril (Revista Veja) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
No início dos anos 90, ela participou ativamente de um dos maiores processos judiciais, do estado da Califórnia (EUA), movidos contra grandes corporações. Sua persistência e perseverança em defender o direito de vítimas de contaminação de resíduos químicos, inspiraram o filme que teve Julia Roberts como protagonista.
Erin Brockovich, tem 43 anos; é mãe de três filhos e ainda trabalha no mesmo escritório de advocacia, lutando pelas mesmas causas.
Um grande abraço,
Oacir...
Veja - A senhora acreditou numa causa, lutou por ela até o fim e venceu. O que é preciso para seguir seu exemplo?
Erin - A atitude de cada um de nós faz toda a diferença e pode mover montanhas. Se uma pessoa ousa dizer: "Isso está errado, e eu posso mudar essa situação", outras se sentem estimuladas a seguir o mesmo caminho. Quando você se dá conta, já criou um movimento poderoso. Muitas vezes não temos consciência do tamanho de nossa capacidade. Ela geralmente é muito maior do que imaginamos. Mas primeiro precisamos aprender a gostar de nós mesmos e acreditar que somos capazes de realizar qualquer coisa que tenhamos vontade. Isso nos dá mais coragem e confiança para ousar e fazer o que parece impossível. Se pensamos assim, mesmo em caso de fracasso vamos tentar novamente até atingir nosso objetivo.
Veja - A senhora não teve medo de enfrentar uma grande corporação?
Erin - Não, porque havia uma força muito maior que me movia naquele momento: a vontade de ajudar as pessoas atingidas pela contaminação e o senso de justiça. Quando descobri que a vida daqueles moradores estava em perigo e que a culpa era de uma empresa de eletricidade, passei a desejar que a justiça fosse feita. No início, todo mundo, inclusive meu chefe no escritório de advocacia, achou que eu estivesse louca pela simples idéia de querer mover a ação. Aos poucos, devido à minha persistência, começaram a acreditar que poderíamos vencer aquela batalha.
Veja - O que a atraiu em especial no caso da contaminação causada pela empresa de eletricidade?
Erin - Os relatos das vítimas despertaram minha atenção. Li sobre o caso e fiquei curiosa para conhecê-las. Aos poucos, aquelas pessoas começaram a se tornar parte de minha vida. Todos os dias eu ia até a cidadezinha atingida pela contaminação e elas faziam hambúrguer e cachorro-quente para mim. Ficaram minhas amigas, tão próximas que algumas se tornaram parte de minha família. Gostava delas. Comecei a encarar minha luta não como um trabalho, e sim como algo que eu fazia pelas pessoas que amava e queria bem. Eu me preocupo com o bem-estar das pessoas, das famílias, das crianças. E todos nós estamos no mesmo barco, respiramos o mesmo ar, compartilhamos os mesmos recursos naturais. Meu grande desafio é fazer com que as pessoas acreditem que vale a pena lutar pela saúde de sua família.
Veja - De onde a senhora tira tanta valentia?
Erin - De certa forma, foi o fato de sofrer de dislexia que me tornou persistente para conseguir as coisas. Na escola, eu tinha de me esforçar duas vezes mais que os colegas para obter os mesmos resultados. Com o tempo, comecei a pensar da seguinte forma: se uma porta se fecha, uma janela se abre. Ou seja, se não consigo obter aquilo de que preciso agindo da forma como todo mundo age, por ser disléxica, tenho de descobrir outras formas de conseguir os mesmos resultados, ou até resultados melhores.
Veja - A senhora é feliz?
Erin - Sim, e certamente sou mais feliz hoje que há dez anos. Porque todos os dias procuro aprender com meus erros e acertos, adquirir mais experiência de vida. E, quanto mais sabedoria eu tenho, mais confiança eu ganho. E, quanto mais confiante, mais feliz me sinto.
Copyright © 2004 by Editora Abril (Revista Veja) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
segunda-feira, agosto 30, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 033]
Stephen R. Covey, em seu livro 'Os 7 Hábitos das Pessoas Muito Eficazes', diz que há um espaço entre o que acontece com você e sua reação ao que acontece com você. Nesse espaço está sua capacidade em escolher as melhores respostas e definir seu destino.
No mundo de hoje a mudança é nossa única certeza, os prazos são menores e as pressões ainda maiores. Não conseguimos escolher as coisas que nos acontecem, algumas boas, outra más, porém todos nós podemos escolher nossa resposta às coisas que nos acontecem. Você é fruto de suas ações, por isso sugiro alguns comportamentos que podem fazer a diferença para equilibrar suas emoções:
1- Experimente parar tudo o que está fazendo agora
2- Fuja da tentação de querer todo mundo concordando com você
3- Pare de reclamar dos seus prazos finais
4- Não se irrite com a burocracia
5- Elimine o hábito de fazer promessas que não vai cumprir
6- Não deixe as pessoas esperando
7- Pare de querer estar na praia, no cinema, com a cabeça em outro projeto
8- Tire suas folgas
Lembre-se que as pessoas se esquecerão do que você disse... As pessoas se esquecerão do que você fez... Mas as pessoas nunca se esquecerão de como você as fez sentir.
* Stefi Maerker é diretora da SEC Secretary Search & Training e escritora.
Copyright © 2004 by Stefi Maerker Todos os direitos reservados. All rights reserved.
No mundo de hoje a mudança é nossa única certeza, os prazos são menores e as pressões ainda maiores. Não conseguimos escolher as coisas que nos acontecem, algumas boas, outra más, porém todos nós podemos escolher nossa resposta às coisas que nos acontecem. Você é fruto de suas ações, por isso sugiro alguns comportamentos que podem fazer a diferença para equilibrar suas emoções:
1- Experimente parar tudo o que está fazendo agora
2- Fuja da tentação de querer todo mundo concordando com você
3- Pare de reclamar dos seus prazos finais
4- Não se irrite com a burocracia
5- Elimine o hábito de fazer promessas que não vai cumprir
6- Não deixe as pessoas esperando
7- Pare de querer estar na praia, no cinema, com a cabeça em outro projeto
8- Tire suas folgas
Lembre-se que as pessoas se esquecerão do que você disse... As pessoas se esquecerão do que você fez... Mas as pessoas nunca se esquecerão de como você as fez sentir.
* Stefi Maerker é diretora da SEC Secretary Search & Training e escritora.
Copyright © 2004 by Stefi Maerker Todos os direitos reservados. All rights reserved.
quarta-feira, agosto 11, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 032]
O guerreiro da luz as vezes se comporta como água, e flui por entre os muitos obstáculos que encontra.
Em certos momentos, resistir significa ser destruído. Nestas horas, ele se adapta as circunstâncias. Aceita, sem reclamar, que as pedras do caminho tracem seu rumo através das montanhas.
Nisto reside a força da água: ela jamais pode ser quebrada por um martelo, ou ferida por uma faca. A mais poderosa espada do mundo é incapaz de deixar uma cicatriz em sua superfície.
A água de um rio adapta-se ao caminho que é possível, sem esquecer do seu objetivo: o mar. Frágil em sua nascente, aos poucos vai ganhando a força dos outros rios que encontra.
E, a partir de determinado momento, seu poder é total.
Copyright © 2003 by Warrior of the light Todos os direitos reservados. All rights reserved.
Em certos momentos, resistir significa ser destruído. Nestas horas, ele se adapta as circunstâncias. Aceita, sem reclamar, que as pedras do caminho tracem seu rumo através das montanhas.
Nisto reside a força da água: ela jamais pode ser quebrada por um martelo, ou ferida por uma faca. A mais poderosa espada do mundo é incapaz de deixar uma cicatriz em sua superfície.
A água de um rio adapta-se ao caminho que é possível, sem esquecer do seu objetivo: o mar. Frágil em sua nascente, aos poucos vai ganhando a força dos outros rios que encontra.
E, a partir de determinado momento, seu poder é total.
Copyright © 2003 by Warrior of the light Todos os direitos reservados. All rights reserved.
quarta-feira, agosto 04, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 031]
As regras para ser humano:
- Você vai receber um corpo.
- Você aprenderá lições.
- Não há erros, apenas lições.
- Uma lição é repetida até ser aprendida.
- As lições não terminam.
- "Lá" não é melhor que "aqui".
- Os outros são apenas espelhos de você.
- O que você faz da sua vida depende de você.
- Suas respostas estão dentro de você.
- Você corre sempre o risco de esquecer de tudo isso.
(Chérie Carter-Scott)
- Você vai receber um corpo.
- Você aprenderá lições.
- Não há erros, apenas lições.
- Uma lição é repetida até ser aprendida.
- As lições não terminam.
- "Lá" não é melhor que "aqui".
- Os outros são apenas espelhos de você.
- O que você faz da sua vida depende de você.
- Suas respostas estão dentro de você.
- Você corre sempre o risco de esquecer de tudo isso.
(Chérie Carter-Scott)
quarta-feira, julho 28, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 030]
Um guerreiro, quando sofre uma injustiça, geralmente procura ficar sozinho - para não mostrar sua dor aos outros.
É um comportamento que é bom e mau ao mesmo tempo.
Uma coisa é deixar que seu coração cure lentamente as próprias feridas. Outra coisa é ficar em meditação profunda todo o dia, com medo de parecer fraco.
Dentro de cada um de nós existe um anjo e um demônio, e suas vozes são muito parecidas. Diante da dificuldade, o demônio alimenta esta conversa solitária, procurando nos mostrar como somos vulneráveis. O anjo nos faz refletir sobre nossas atitudes, e as vezes precisa da boca de alguém para se manifestar.
Um guerreiro equilibra solidão e dependência à ajuda dos outros.
Copyright © 2003 by Warrior of the light Todos os direitos reservados. All rights reserved.
É um comportamento que é bom e mau ao mesmo tempo.
Uma coisa é deixar que seu coração cure lentamente as próprias feridas. Outra coisa é ficar em meditação profunda todo o dia, com medo de parecer fraco.
Dentro de cada um de nós existe um anjo e um demônio, e suas vozes são muito parecidas. Diante da dificuldade, o demônio alimenta esta conversa solitária, procurando nos mostrar como somos vulneráveis. O anjo nos faz refletir sobre nossas atitudes, e as vezes precisa da boca de alguém para se manifestar.
Um guerreiro equilibra solidão e dependência à ajuda dos outros.
Copyright © 2003 by Warrior of the light Todos os direitos reservados. All rights reserved.
Marcadores/Tags:
Atitude,
Equilíbrio,
Guerreiro da Luz,
Injustiça
sexta-feira, julho 23, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 029]
Faça seus dias valerem a lembrança.
(Bill Milton, 89 anos)
Há dois tipos de pessoas - as que vivem com intensidade e as que simplesmente vão levando. As primeiras são firmes consigo mesmas. Aproveitam as oportunidades. Nunca se sentem confortáveis por muito tempo. As últimas jogam com segurança. Nunca se forçam. Um ano se emenda no outro, porque os anos são na verdade a mesma coisa.
Aos jovens eu digo, vivam com intensidade! Essa é a sua primeira e única vida, o único show em cartaz. Você não vai conseguir nenhum dos seus dias de volta. Viva como se um dia você fosse ficar velho, olhando para tudo o que fez. Tudo o que você não fez é que vai incomodá-lo.
Bill Milton passou toda a sua vida profissional trabalhando como zelador e faz-tudo em uma escola pública. Ele adorava passar os verões fora, época em que organizava para si uma aventura única a cada ano. Ele viajava sozinho para algum lugar aonde nunca havia estado e levava a barraca para bem longe, na floresta. Depois que se aposentou, a artrite tornou essas longas caminhadas desconfortáveis, mas ele já havia acampado em todos os continentes, em todo tipo de terreno. Bill me disse que não se incomodava por ficar em casa porque tivera numerosos dias que valiam a lembrança.
Copyright © 2002 by Wendy Lustbader ('O que vale a pena...' - 6.a Edição) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
(Bill Milton, 89 anos)
Há dois tipos de pessoas - as que vivem com intensidade e as que simplesmente vão levando. As primeiras são firmes consigo mesmas. Aproveitam as oportunidades. Nunca se sentem confortáveis por muito tempo. As últimas jogam com segurança. Nunca se forçam. Um ano se emenda no outro, porque os anos são na verdade a mesma coisa.
Aos jovens eu digo, vivam com intensidade! Essa é a sua primeira e única vida, o único show em cartaz. Você não vai conseguir nenhum dos seus dias de volta. Viva como se um dia você fosse ficar velho, olhando para tudo o que fez. Tudo o que você não fez é que vai incomodá-lo.
Bill Milton passou toda a sua vida profissional trabalhando como zelador e faz-tudo em uma escola pública. Ele adorava passar os verões fora, época em que organizava para si uma aventura única a cada ano. Ele viajava sozinho para algum lugar aonde nunca havia estado e levava a barraca para bem longe, na floresta. Depois que se aposentou, a artrite tornou essas longas caminhadas desconfortáveis, mas ele já havia acampado em todos os continentes, em todo tipo de terreno. Bill me disse que não se incomodava por ficar em casa porque tivera numerosos dias que valiam a lembrança.
Copyright © 2002 by Wendy Lustbader ('O que vale a pena...' - 6.a Edição) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
quarta-feira, julho 14, 2004
quarta-feira, julho 07, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 027]
"Quando você vence o medo, aprende que é mais importante encarar o desconhecido do que sacrificar sua coragem. Sacrificar a coragem leva a pessoa a duvidar de si mesma e algumas vezes até a se autodepreciar. Se você encarar seus medos de frente, será capaz de livrar-se deles. E poderá aproveitar as oportunidades que lhe são oferecidas e viver sem arrependimentos."
(Gavin de Becker)
(Gavin de Becker)
terça-feira, junho 29, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 026]
"Não importa como fomos criados. O que determina nosso modo de agir é a maneira como administramos a nossa vontade. Um homem é a soma de todas as suas vontades, que determinam sua maneira de viver e morrer. A vontade é um sentimento, um talento, algo que nos dá entusiasmo. A vontade é algo que se adquire - mas para isso é necessário lutar a vida inteira.
Desde o instante em que nascemos, as pessoas nos dizem que o mundo é assim, ou assado, desta ou daquela maneira. É natural que - durante um certo período - terminemos por acreditar naquilo que nos dizem. Mas logo precisamos deixar estes conceitos de lado, e descobrir nossa própria maneira de ver a realidade."
(Carlos Castañeda)
Desde o instante em que nascemos, as pessoas nos dizem que o mundo é assim, ou assado, desta ou daquela maneira. É natural que - durante um certo período - terminemos por acreditar naquilo que nos dizem. Mas logo precisamos deixar estes conceitos de lado, e descobrir nossa própria maneira de ver a realidade."
(Carlos Castañeda)
quinta-feira, junho 24, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 025]
"O campeão sabe que para conseguir os melhores resultados precisa atuar em várias frentes ao mesmo tempo. O perdedor reclama constantemente que sempre estão lhe cobrando mais tarefas."
(Roberto Shinyashiki)
"Há líderes que se desesperam quando os obstáculos começam a aparecer. Não têm sabedoria suficiente para compreender que as dificuldades fazem parte das grandes conquistas. Precisamos ter prazer em superar as barreiras à medida que elas aparecerem."
(Roberto Shinyashiki)
(Roberto Shinyashiki)
"Há líderes que se desesperam quando os obstáculos começam a aparecer. Não têm sabedoria suficiente para compreender que as dificuldades fazem parte das grandes conquistas. Precisamos ter prazer em superar as barreiras à medida que elas aparecerem."
(Roberto Shinyashiki)
quarta-feira, junho 16, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 024]
Um guerreiro da luz não adia suas decisões.
Ele reflete bastante antes de agir; considera seu treinamento, sua responsabilidade, e seu dever com o mestre. Procura manter a serenidade, e analisa cada passo como se fosse o mais importante. Entretanto, no momento em que toma uma decisão, o guerreiro segue adiante: não tem mais dúvidas sobre o que escolheu, nem muda de percurso se as circunstâncias forem diferentes do que imaginava.
Se sua decisão foi correta, vencerá o combate - mesmo que dure mais do que o previsto. Se sua decisão foi errada, ele será derrotado, e terá que recomeçar tudo de novo - com mais sabedoria...
Mas um guerreiro da luz, quando começa, vai até o fim.
Copyright © 2003 by Warrior of the light Todos os direitos reservados. All rights reserved.
Ele reflete bastante antes de agir; considera seu treinamento, sua responsabilidade, e seu dever com o mestre. Procura manter a serenidade, e analisa cada passo como se fosse o mais importante. Entretanto, no momento em que toma uma decisão, o guerreiro segue adiante: não tem mais dúvidas sobre o que escolheu, nem muda de percurso se as circunstâncias forem diferentes do que imaginava.
Se sua decisão foi correta, vencerá o combate - mesmo que dure mais do que o previsto. Se sua decisão foi errada, ele será derrotado, e terá que recomeçar tudo de novo - com mais sabedoria...
Mas um guerreiro da luz, quando começa, vai até o fim.
Copyright © 2003 by Warrior of the light Todos os direitos reservados. All rights reserved.
Marcadores/Tags:
Adiar,
Atitude,
Escolhas,
Guerreiro da Luz
terça-feira, junho 08, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 023]
"É preciso viver, não apenas existir."
(Plutarco)
"O mais importante de tudo é poder ter a sensação de que viver vale a pena."
(Roberto Shinyashiki)
"As pessoas, principalmente aquelas que se sentem injustiçadas e ficam à espera de soluções externas, precisam se envolver mais e buscar novas perspectivas, pensando amplo para aprender com as dificuldades. Deixar de sonhar, de almejar, é um sinal de que a pessoa não acredita na sua capacidade de transformar o cotidiano."
(Roberto Shinyashiki)
(Plutarco)
"O mais importante de tudo é poder ter a sensação de que viver vale a pena."
(Roberto Shinyashiki)
"As pessoas, principalmente aquelas que se sentem injustiçadas e ficam à espera de soluções externas, precisam se envolver mais e buscar novas perspectivas, pensando amplo para aprender com as dificuldades. Deixar de sonhar, de almejar, é um sinal de que a pessoa não acredita na sua capacidade de transformar o cotidiano."
(Roberto Shinyashiki)
quinta-feira, junho 03, 2004
Lições para 'o caminho' [Km 022]
"Não dê as costas a possíveis futuros antes de ter certeza de que não tem nada a aprender com eles."
(Richard Bach)
"Você é levado em sua vida pela criatura viva interior, o ser espiritual brincalhão que é o seu ser verdadeiro."
(Richard Bach)
"A marca de sua ignorância é a profundidade da sua crença na injustiça e na tragédia. O que a lagarta chama de fim de mundo, o mestre chama de borboleta."
(Richard Bach)
(Richard Bach)
"Você é levado em sua vida pela criatura viva interior, o ser espiritual brincalhão que é o seu ser verdadeiro."
(Richard Bach)
"A marca de sua ignorância é a profundidade da sua crença na injustiça e na tragédia. O que a lagarta chama de fim de mundo, o mestre chama de borboleta."
(Richard Bach)
Assinar:
Postagens (Atom)
