"A fé não é algo para se entender, é um estado para se transformar."
(Mahatma Gandhi)
"A função da oração não é influenciar Deus, mas especialmente mudar a natureza daquele que ora."
(Soren Kierkegaard)
"A fé não é complacente; fé é ação. Você não tem fé e espera. Quando você tem fé, você se mexe."
(Betty Eadie)
"Todo homem precisa crer, ainda que seja apenas por algum tempo, para que a sua vida tenha um sentido e um valor."
(George Gusdorf)
"A fé consiste em acreditar quando está além do poder da razão acreditar. Não é necessário que uma coisa seja possível para que nela se acredite."
(Voltaire)
"Há duas maneiras de se compreender Deus: intelectual ou espiritualmente, com base na fé ou na moralidade. A compreensão intelectual, pode incorrer em erros perigosos; a espiritual exige ações morais. A fé, portanto, é tanto natural quanto sobrenatural."
(Immanuel Kant)
quinta-feira, março 04, 2010
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Lições para 'o caminho' [Km 240]
Seu verdadeiro trabalho pode estar lhe esperando.
(John Scott, 73 anos)
Quando eu tinha 20 anos, estive em um navio que foi afundado por um submarino alemão. Ficamos à deriva em um bote salva-vidas, no meio do Oceano Pacífico, por mais de dois meses. Nossas provisões se acabaram em três semanas. Pegávamos cada gota de água de chuva, pois a fome que sentíamos não era nada em comparação à sede.
Eu decidi aceitar o que cada dia trazia em vez de lutar contra. Concentrei-me no céu – as cores, as formas, os diferentes tipos de luz. Os outros rapazes riam de mim, mas eu os ignorava. Eles pensavam então que eu estava rezando. Um a um, os homens que não conseguiram desviar a mente de sua sede morreram.
Dali para a frente, por muito tempo depois da guerra, eu via cores, formas e luzes o tempo todo, pintadas na minha mente, mas não comecei a pintar de fato até os 60 anos. Quando finalmente peguei em um pincel e comecei a pintar, percebi que esse era o meu verdadeiro trabalho. Se ao menos eu tivesse ouvido a mim mesmo da forma como ouvi naquele bote salva-vidas! Agora, estou com pressa quando poderia ter passado uma vida inteira como artista.
John Scott começou a pintar por volta dos 60 anos e concluiu mais de 50 telas. Então, desafiou a si mesmo com a fotografia. Fotografou gotas de chuva em flores, nuvens surgindo e sumindo, distorções em edifícios refletidas em janelas vizinhas e flagrantes de pessoas fazendo pausas em atividades urbanas. Todos os meses, ele separava uma parcela do seu mirrado cheque da aposentadoria para revelar um número restrito de rolos de filmes. John era um budista que acreditava no empenho pessoal para atingir uma profunda receptividade na experimentação da vida, apesar de também acreditar na aceitação do transitório. Pouco antes de morrer, ele deu um pequeno número de pinturas a alguns amigos e pediu que o restante fosse doado a uma escola local de arte, para que os estudantes carentes pudessem reutilizar suas telas.
Copyright © 2002 by Wendy Lustbader ('O que vale a pena...' - 6.a Edição) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
(John Scott, 73 anos)
Quando eu tinha 20 anos, estive em um navio que foi afundado por um submarino alemão. Ficamos à deriva em um bote salva-vidas, no meio do Oceano Pacífico, por mais de dois meses. Nossas provisões se acabaram em três semanas. Pegávamos cada gota de água de chuva, pois a fome que sentíamos não era nada em comparação à sede.
Eu decidi aceitar o que cada dia trazia em vez de lutar contra. Concentrei-me no céu – as cores, as formas, os diferentes tipos de luz. Os outros rapazes riam de mim, mas eu os ignorava. Eles pensavam então que eu estava rezando. Um a um, os homens que não conseguiram desviar a mente de sua sede morreram.
Dali para a frente, por muito tempo depois da guerra, eu via cores, formas e luzes o tempo todo, pintadas na minha mente, mas não comecei a pintar de fato até os 60 anos. Quando finalmente peguei em um pincel e comecei a pintar, percebi que esse era o meu verdadeiro trabalho. Se ao menos eu tivesse ouvido a mim mesmo da forma como ouvi naquele bote salva-vidas! Agora, estou com pressa quando poderia ter passado uma vida inteira como artista.
John Scott começou a pintar por volta dos 60 anos e concluiu mais de 50 telas. Então, desafiou a si mesmo com a fotografia. Fotografou gotas de chuva em flores, nuvens surgindo e sumindo, distorções em edifícios refletidas em janelas vizinhas e flagrantes de pessoas fazendo pausas em atividades urbanas. Todos os meses, ele separava uma parcela do seu mirrado cheque da aposentadoria para revelar um número restrito de rolos de filmes. John era um budista que acreditava no empenho pessoal para atingir uma profunda receptividade na experimentação da vida, apesar de também acreditar na aceitação do transitório. Pouco antes de morrer, ele deu um pequeno número de pinturas a alguns amigos e pediu que o restante fosse doado a uma escola local de arte, para que os estudantes carentes pudessem reutilizar suas telas.
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segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Lições para 'o caminho' [Km 239]
Toda noite, antes de dormir, faça a si próprio duas perguntas simples:
De algum modo, eu cresci hoje como ser humano?
Será que hoje, de algum modo, eu transformei o mundo num local melhor para se viver?
Quando puder responder sim a estas perguntas com mais freqüência do que não, você estará vencendo – estará obtendo sucesso.
Ter um propósito na vida não é uma panaceia para a felicidade ou para os bons sentimentos perpétuos. Mas é a resposta fundamental para o que torna a vida significativa, independente da gravidade dos desafios.
Copyright © 1990 by David McNally Todos os direitos reservados. All rights reserved.
De algum modo, eu cresci hoje como ser humano?
Será que hoje, de algum modo, eu transformei o mundo num local melhor para se viver?
Quando puder responder sim a estas perguntas com mais freqüência do que não, você estará vencendo – estará obtendo sucesso.
Ter um propósito na vida não é uma panaceia para a felicidade ou para os bons sentimentos perpétuos. Mas é a resposta fundamental para o que torna a vida significativa, independente da gravidade dos desafios.
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terça-feira, fevereiro 09, 2010
Lições para 'o caminho' [Km 238]
O inimigo interno
Nasrudin viu um homem sentado na beira de uma estrada, com ar de completa desolação.
- O que o preocupa? – quis saber.
- Meu irmão, não existe nada interessante na minha vida. Eu tenho dinheiro suficiente para não precisar trabalhar, e estava viajando para ver se havia alguma coisa curiosa no mundo. Entretanto, todas as pessoas que encontrei nada tem de novo para me dizer, e só conseguem aumentar meu tédio.
Enfim: posso dizer sem qualquer medo que apesar de tudo que fiz, não consegui encontrar a paz que buscava. Transformei-me em meu pior inimigo.
Na mesma hora, Nasrudin agarrou a mala do homem, e saiu correndo pela estrada. Como conhecia a região, rapidamente conseguiu distanciar-se dele, pegando atalhos pelos campos e colinas.
Quando se distanciou bastante, colocou de novo a mala no meio da estrada por onde o viajante iria passar, e escondeu-se por detrás de uma rocha. Meia hora depois o homem apareceu, sentindo-se mais miserável que nunca, por causa do ladrão que encontrara.
Assim que viu a mala, correu até ela e abriu-a, ofegante. Ao ver que seu conteúdo estava intacto, olhou para o céu cheio de alegria, e agradeceu ao Senhor pela vida.
“Certas pessoas só entendem o sabor da felicidade, quando conseguem perdê-la”, pensou Nasrudin, olhando a cena.
Copyright © 2010 by Warrior of the light Todos os direitos reservados. All rights reserved.
Nasrudin viu um homem sentado na beira de uma estrada, com ar de completa desolação.
- O que o preocupa? – quis saber.
- Meu irmão, não existe nada interessante na minha vida. Eu tenho dinheiro suficiente para não precisar trabalhar, e estava viajando para ver se havia alguma coisa curiosa no mundo. Entretanto, todas as pessoas que encontrei nada tem de novo para me dizer, e só conseguem aumentar meu tédio.
Enfim: posso dizer sem qualquer medo que apesar de tudo que fiz, não consegui encontrar a paz que buscava. Transformei-me em meu pior inimigo.
Na mesma hora, Nasrudin agarrou a mala do homem, e saiu correndo pela estrada. Como conhecia a região, rapidamente conseguiu distanciar-se dele, pegando atalhos pelos campos e colinas.
Quando se distanciou bastante, colocou de novo a mala no meio da estrada por onde o viajante iria passar, e escondeu-se por detrás de uma rocha. Meia hora depois o homem apareceu, sentindo-se mais miserável que nunca, por causa do ladrão que encontrara.
Assim que viu a mala, correu até ela e abriu-a, ofegante. Ao ver que seu conteúdo estava intacto, olhou para o céu cheio de alegria, e agradeceu ao Senhor pela vida.
“Certas pessoas só entendem o sabor da felicidade, quando conseguem perdê-la”, pensou Nasrudin, olhando a cena.
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quarta-feira, fevereiro 03, 2010
Lições para 'o caminho' [Km 237]
Tripalium versus poiesis
A ideia de trabalho como castigo precisa ser substituída pelo conceito de realizar uma obra.
Por que muitas vezes a ideia de trabalho é associada a castigo, fardo, provação? Do ponto de vista itimológico, a palavra "trabalho" (assim como em francês, espanhol e italiano) tem origem no vocábulo latino tripalium, que era um instrumento de tortura, ou seja, três paus entrecruzados para serem colocados no pescoço de alguém e nele produzir desconforto.
...O trabalho como castigo persiste. Tanto que a maior parte das pessoas diz: "Quando eu parar de trabalhar, eu vou fazer isso, isso e isso". Sendo que isso é uma ilusão, porque você pode dizer: "Quando eu não tiver dependência em relação ao trabalho, eu vou fazer isso". Mas parar de trabalhar, você não vai parar nunca. Nem pode. Porque você nunca deixará de fazer a sua obra. Seja a sua obra aquela que você faz para continuar existindo, seja para ter o seu reconhecimento. Eu me vejo naquilo que faço, não naquilo que penso. Eu me vejo aqui, no livro que escrevo, na comida que preparo, na roupa que eu teço.
Etimologicamente, a palavra "trabalho" em latim é labor. A ideia de tripalium aparecerá dentro do latim vulgar como sendo, de fato, forma de castigo. Mas a gente tem de substituir isso pela ideia de obra, que os gregos chamavam de poiesis, que significa minha obra, aquilo que faço, que construo, em que me vejo. A minha criação, na qual crio a mim mesmo na medida em que crio no mundo.
Vejo o meu filho como minha obra, vejo um jardim como minha obra. Tenho de ver o projeto que faço como minha obra. Do contrário, ocorre o que Marx chamou de alienação: todas as vezes que eu olho o que fiz como não sendo eu ou não me pertencendo, eu me alieno. Fico alheio. Portanto, eu não tenho reconhecimento. Esse é um dos traumas mais fortes que se tem atualmente.
Todas as vezes que aquilo que você faz não permite que você se reconheça, seu trabalho se torna estranho a você. As pessoas costumam dizer "não estou me encontrando naquilo que eu faço", porque o trabalho exige reconhecimento - conhecer de novo.
Hoje, quando penso em um trabalho de qualidade de vida numa empresa, estou pensando em um trabalho que não seja alienado. Trabalhar cansa, mas não necessariamente precisa gerar estresse. Isso tem a ver com resultado, trabalho tem sempre a ver com resultado.
Por que um bombeiro, que não ganha muito e trabalha de uma maneira contínua em algo que a maioria de nós não gostaria de fazer, volta para casa cansado, mas de cabeça erguida? Por causa do sentido que ele vê no que faz. Por causa da obra honesta, a serviço do outro, independentemente do status desse outro, da origem social, da etnia, da escolaridade, etc.
Aí, não é suplício.
Copyright © 2007 by Mario Sergio Cortella ('Qual é a tua obra?', Ed. Vozes, 2007) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
A ideia de trabalho como castigo precisa ser substituída pelo conceito de realizar uma obra.
Por que muitas vezes a ideia de trabalho é associada a castigo, fardo, provação? Do ponto de vista itimológico, a palavra "trabalho" (assim como em francês, espanhol e italiano) tem origem no vocábulo latino tripalium, que era um instrumento de tortura, ou seja, três paus entrecruzados para serem colocados no pescoço de alguém e nele produzir desconforto.
...O trabalho como castigo persiste. Tanto que a maior parte das pessoas diz: "Quando eu parar de trabalhar, eu vou fazer isso, isso e isso". Sendo que isso é uma ilusão, porque você pode dizer: "Quando eu não tiver dependência em relação ao trabalho, eu vou fazer isso". Mas parar de trabalhar, você não vai parar nunca. Nem pode. Porque você nunca deixará de fazer a sua obra. Seja a sua obra aquela que você faz para continuar existindo, seja para ter o seu reconhecimento. Eu me vejo naquilo que faço, não naquilo que penso. Eu me vejo aqui, no livro que escrevo, na comida que preparo, na roupa que eu teço.
Etimologicamente, a palavra "trabalho" em latim é labor. A ideia de tripalium aparecerá dentro do latim vulgar como sendo, de fato, forma de castigo. Mas a gente tem de substituir isso pela ideia de obra, que os gregos chamavam de poiesis, que significa minha obra, aquilo que faço, que construo, em que me vejo. A minha criação, na qual crio a mim mesmo na medida em que crio no mundo.
Vejo o meu filho como minha obra, vejo um jardim como minha obra. Tenho de ver o projeto que faço como minha obra. Do contrário, ocorre o que Marx chamou de alienação: todas as vezes que eu olho o que fiz como não sendo eu ou não me pertencendo, eu me alieno. Fico alheio. Portanto, eu não tenho reconhecimento. Esse é um dos traumas mais fortes que se tem atualmente.
Todas as vezes que aquilo que você faz não permite que você se reconheça, seu trabalho se torna estranho a você. As pessoas costumam dizer "não estou me encontrando naquilo que eu faço", porque o trabalho exige reconhecimento - conhecer de novo.
Hoje, quando penso em um trabalho de qualidade de vida numa empresa, estou pensando em um trabalho que não seja alienado. Trabalhar cansa, mas não necessariamente precisa gerar estresse. Isso tem a ver com resultado, trabalho tem sempre a ver com resultado.
Por que um bombeiro, que não ganha muito e trabalha de uma maneira contínua em algo que a maioria de nós não gostaria de fazer, volta para casa cansado, mas de cabeça erguida? Por causa do sentido que ele vê no que faz. Por causa da obra honesta, a serviço do outro, independentemente do status desse outro, da origem social, da etnia, da escolaridade, etc.
Aí, não é suplício.
Copyright © 2007 by Mario Sergio Cortella ('Qual é a tua obra?', Ed. Vozes, 2007) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
quarta-feira, janeiro 27, 2010
Lições para 'o caminho' [Km 236]
Siga a sua estrela. Espere o seu aparecimento e, enquanto aguarda, prepare-se. Torne-se íntimo de você mesmo para conhecer bem suas necessidades, talentos e desejos. Lembre-se que as circunstâncias - pareçam boas ou más - são sempre oportunidades. Quando você vir uma estrela surgir no horizonte da sua vida, caso sinta um forte desejo de segui-la e perceber que seguindo-a usará os seus talentos e satisfará as suas necessidades legítimas - não hesite.
E, uma vez que comece a segui-la, não deixe que nada o desvie.
Lembre-se: viver com grandeza não é realizar grandes feitos, mas é empenhar da maneira mais apaixonada seus talentos naquilo que faz.
Copyright © 2006 by Matthew Kelly ('O ritmo da vida' - 1.a Edição - Ed. Sextante) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
E, uma vez que comece a segui-la, não deixe que nada o desvie.
Lembre-se: viver com grandeza não é realizar grandes feitos, mas é empenhar da maneira mais apaixonada seus talentos naquilo que faz.
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sexta-feira, janeiro 22, 2010
Lições para 'o caminho' [Km 235]
"Viver sem correr riscos normalmente resulta em arrependimentos futuros. Todos receberam talentos e sonhos. Às vezes, ambas as coisas não combinam. Mas, na maioria das vezes, comprometemos as duas coisas antes mesmo de descobrirmos. Mais tarde, por mais sucesso que possamos ter, nos vemos recordando com saudades daquele tempo em que deveríamos ter perseguido nossos 'verdadeiros' sonhos e nossos 'verdadeiros' talentos por tudo o que eles valiam. Não se deixe ser pressionado a pensar que seus sonhos ou seus talentos não são sensatos. Eles nunca tiveram por objetivo ser sensatos. Eles tiveram por objetivo trazer alegria e satisfação para a sua vida."
(Richard Edler, presidente de uma agência de publicidade)
(Richard Edler, presidente de uma agência de publicidade)
terça-feira, janeiro 19, 2010
Lições para 'o caminho' [Km 234]
"A vida é curta demais para que você deixe de fazer as coisas de que gosta. Gosto de ensinar liderança. Gosto de escrever e palestrar. Gosto de passar o tempo com minha esposa, meus filhos e netos. Gosto de jogar golfe. Não importa o quanto minha agenda esteja ocupada, conseguirei tempo para essas coisas. São elas que aquecem a minha vida. Elas me dão energia e me mantêm apaixonado. E a paixão é o combustível para que a pessoa siga em frente."
(John C. Maxwell)
"Muitas coisas atraem o meu olhar, mas poucas atraem o meu coração... É atrás dessas que penso em seguir."
(Tim Redmond, escritor)
(John C. Maxwell)
"Muitas coisas atraem o meu olhar, mas poucas atraem o meu coração... É atrás dessas que penso em seguir."
(Tim Redmond, escritor)
segunda-feira, dezembro 07, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 233]
"A morte não é a maior perda da vida. A maior perda é o que morre dentro de nós enquanto vivemos."
(Autor desconhecido)
"A morte não é o maior medo que temos; nosso maior medo é assumir o risco de estarmos vivos - o risco de estarmos vivos e expressarmos o que realmente somos."
(Don Miguel Ruiz)
"Não fique olhando a vida passar. Faça alguma coisa."
(H. Jackson Brown, Jr)
"A questão não é se morreremos, mas como viveremos."
(Joan Borysenko)
"Estamos sempre nos preparando para viver e não vivemos."
(Ralph Waldo Emerson)
"Em três palavras posso resumir tudo que aprendi sobre a vida: a vida continua."
(Robert Frost)
"Se procurar bem, você acaba encontrando não a explicação (duvidosa) da vida, mas a poesia (inexplicável) da vida."
(Carlos Drumond de Andrade)
"Você está aqui apenas para uma rápida visita. Não se apresse. Não se preocupe. E não se esqueça de sentir o cheiro das flores no caminho."
(Walter C Hagen)
"Se existe um pecado contra a vida, ele consiste talvez não tanto no desespero de viver, como em desejar outra vida e evitar o implacável esplendor desta vida."
(Albert Camus)
"Quando estamos motivados por metas que têm significados profundos, por sonhos que precisam ser realizados, por puro amor que precisa se expressar, então nós vivemos verdadeiramente a vida."
(Greg Anderson)
(Autor desconhecido)
"A morte não é o maior medo que temos; nosso maior medo é assumir o risco de estarmos vivos - o risco de estarmos vivos e expressarmos o que realmente somos."
(Don Miguel Ruiz)
"Não fique olhando a vida passar. Faça alguma coisa."
(H. Jackson Brown, Jr)
"A questão não é se morreremos, mas como viveremos."
(Joan Borysenko)
"Estamos sempre nos preparando para viver e não vivemos."
(Ralph Waldo Emerson)
"Em três palavras posso resumir tudo que aprendi sobre a vida: a vida continua."
(Robert Frost)
"Se procurar bem, você acaba encontrando não a explicação (duvidosa) da vida, mas a poesia (inexplicável) da vida."
(Carlos Drumond de Andrade)
"Você está aqui apenas para uma rápida visita. Não se apresse. Não se preocupe. E não se esqueça de sentir o cheiro das flores no caminho."
(Walter C Hagen)
"Se existe um pecado contra a vida, ele consiste talvez não tanto no desespero de viver, como em desejar outra vida e evitar o implacável esplendor desta vida."
(Albert Camus)
"Quando estamos motivados por metas que têm significados profundos, por sonhos que precisam ser realizados, por puro amor que precisa se expressar, então nós vivemos verdadeiramente a vida."
(Greg Anderson)
quinta-feira, dezembro 03, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 232]
Segurança X Liberdade: A escolha é sua!
A maioria de nós gostaria de acreditar que podemos ter a segurança e a liberdade. Mas, estes são dois valores opostos. Meu pai rico disse, "liberdade e segurança não são os mesmos ideais. De fato, em muitos aspectos, a liberdade e a segurança são exatamente opostos. As pessoas que têm mais segurança são as pessoas na prisão. Presos têm menos liberdade e maior segurança. Na prisão não precisam preocupar-se com moradia, alimentação, recreação, planos de saúde ou educação para si mesmos. Eles têm um monte de segurança, mas ao preço de sua liberdade."
Uma das vantagens de viver em uma sociedade livre é a liberdade para fazer escolhas. Existem duas grandes escolhas de acordo com meu pai rico: a escolha pela liberdade e a escolha pela segurança. Ambas as escolhas têm atrativos, ambas têm pontos fortes e fracos, e ambas vêm com um preço. Se você escolher a liberdade, o preço é pago antecipadamente, no início de sua vida. Se você optar por segurança, você paga um preço enorme na forma de impostos excessivos e juros. Frequentemente, o preço é pago mais tarde durante sua vida.
Veja a falência da Enron, por exemplo, uma das maiores corporações do mundo. O preço que os trabalhadores que buscavam segurança pagaram, por sua lealdade, por seu empenho, é muito alto: eles perderam seus empregos e seus planos de aposentadoria. Infelizmente, muitos estão pagando este preço, no final dos seus anos de trabalho, simplesmente quando as suas opções diminuem por causa da idade ou da saúde.
Hoje, muitos funcionários estão aprendendo que os seus empregos não são seguros e nem tampouco seus planos de aposentadoria/previdência. Nos próximos anos, milhões de pessoas poderão descobrir que suas ações e fundos mútuos não eram tão seguras quanto elas pensavam, forçando-as à um padrão do seu nível de vida inferior ao que seus pais desfrutaram. Com as perspectivas de redução pairando sobre suas cabeças, alguns têm tomado a iniciativa de iniciar seus próprios negócios. Você deveria ser um deles?
Meu pai rico disse: "Em algum ponto ao longo do caminho, as pessoas tornaram-se mais ávidas por segurança e pagaram o preço através da venda das suas liberdades. Você deve ter notado que hoje, as escolas focam principalmente, na estabilidade no emprego, em vez de liberdade financeira. O problema é que a maioria das pessoas não sabe que o custo dessa segurança é a sua liberdade." Ele continuou a dizer: "Se você escolher a segurança, alguém está sempre lhe dizendo a que horas trabalhar, o quanto produzir, e até o horário do seu almoço. Esse é o preço da segurança."
Liberdade significa ter mais opções, não segurança. Você tem uma escolha: ser pobre, classe média ou rico. Se você optar por ser rico, então você precisa aprender todo um novo jogo. Mas isso requer uma mentalidade diferente e inteligência financeira. Você será livre para trabalhar ou não trabalhar. Seu conhecimento vai trazer-lhe a liberdade do trabalho porque você aprenderá como fazer seu dinheiro trabalhar para você. A escolha é sua.
Copyright © 2005 by Robert Kiyosaki Todos os direitos reservados. All rights reserved.
A maioria de nós gostaria de acreditar que podemos ter a segurança e a liberdade. Mas, estes são dois valores opostos. Meu pai rico disse, "liberdade e segurança não são os mesmos ideais. De fato, em muitos aspectos, a liberdade e a segurança são exatamente opostos. As pessoas que têm mais segurança são as pessoas na prisão. Presos têm menos liberdade e maior segurança. Na prisão não precisam preocupar-se com moradia, alimentação, recreação, planos de saúde ou educação para si mesmos. Eles têm um monte de segurança, mas ao preço de sua liberdade."
Uma das vantagens de viver em uma sociedade livre é a liberdade para fazer escolhas. Existem duas grandes escolhas de acordo com meu pai rico: a escolha pela liberdade e a escolha pela segurança. Ambas as escolhas têm atrativos, ambas têm pontos fortes e fracos, e ambas vêm com um preço. Se você escolher a liberdade, o preço é pago antecipadamente, no início de sua vida. Se você optar por segurança, você paga um preço enorme na forma de impostos excessivos e juros. Frequentemente, o preço é pago mais tarde durante sua vida.
Veja a falência da Enron, por exemplo, uma das maiores corporações do mundo. O preço que os trabalhadores que buscavam segurança pagaram, por sua lealdade, por seu empenho, é muito alto: eles perderam seus empregos e seus planos de aposentadoria. Infelizmente, muitos estão pagando este preço, no final dos seus anos de trabalho, simplesmente quando as suas opções diminuem por causa da idade ou da saúde.
Hoje, muitos funcionários estão aprendendo que os seus empregos não são seguros e nem tampouco seus planos de aposentadoria/previdência. Nos próximos anos, milhões de pessoas poderão descobrir que suas ações e fundos mútuos não eram tão seguras quanto elas pensavam, forçando-as à um padrão do seu nível de vida inferior ao que seus pais desfrutaram. Com as perspectivas de redução pairando sobre suas cabeças, alguns têm tomado a iniciativa de iniciar seus próprios negócios. Você deveria ser um deles?
Meu pai rico disse: "Em algum ponto ao longo do caminho, as pessoas tornaram-se mais ávidas por segurança e pagaram o preço através da venda das suas liberdades. Você deve ter notado que hoje, as escolas focam principalmente, na estabilidade no emprego, em vez de liberdade financeira. O problema é que a maioria das pessoas não sabe que o custo dessa segurança é a sua liberdade." Ele continuou a dizer: "Se você escolher a segurança, alguém está sempre lhe dizendo a que horas trabalhar, o quanto produzir, e até o horário do seu almoço. Esse é o preço da segurança."
Liberdade significa ter mais opções, não segurança. Você tem uma escolha: ser pobre, classe média ou rico. Se você optar por ser rico, então você precisa aprender todo um novo jogo. Mas isso requer uma mentalidade diferente e inteligência financeira. Você será livre para trabalhar ou não trabalhar. Seu conhecimento vai trazer-lhe a liberdade do trabalho porque você aprenderá como fazer seu dinheiro trabalhar para você. A escolha é sua.
Copyright © 2005 by Robert Kiyosaki Todos os direitos reservados. All rights reserved.
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quarta-feira, novembro 25, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 231]
"É isso o que torna a morte tão difícil: a curiosidade não-satisfeita."
(Beryl Markham, West with the Night, 1983, p. 25)
"O maior dos erros é a pressa antes do tempo e a lentidão ante a oportunidade."
(máxima árabe)
(Beryl Markham, West with the Night, 1983, p. 25)
"O maior dos erros é a pressa antes do tempo e a lentidão ante a oportunidade."
(máxima árabe)
quinta-feira, novembro 19, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 230]
É muito mais fácil culpar outra pessoa do que olhar para si mesmo.
(Edein French, 84 anos)
Quando um casal briga, na maior parte do tempo nenhum dos dois está ouvindo. Ambos colocam toda a energia que têm em sua própria defesa. Você vai se envolvendo pelo entusiasmo de culpar e isso é como um reflexo. Não requer qualquer esforço e acontece automaticamente, a menos que você se oponha com toda a sua força.
Mas se um dos dois conseguir parar e tentar compreender o outro, buscar ver realmente a mágoa da outra pessoa, a briga esfria imediatamente. Algo diferente acontece, algo interessante, em vez da mesma velha briga de novo e de novo.
Edein French fez aconselhamento de casais por mais de 50 anos. Nada a perturba porque ela já viu todo tipo de conflito e de reconciliação. Usando sua mente aguçada e seu coração sensível, ela é incansável em ensinar casais a fazerem seus relacionamentos funcionarem. Aos 84 anos, Edein ainda vê clientes de forma ocasional, tendo optado por diminuir o ritmo há apenas alguns anos.
Copyright © 2002 by Wendy Lustbader ('O que vale a pena...' - 6.a Edição) Todos os direitos reservados. All rights reserved.
(Edein French, 84 anos)
Quando um casal briga, na maior parte do tempo nenhum dos dois está ouvindo. Ambos colocam toda a energia que têm em sua própria defesa. Você vai se envolvendo pelo entusiasmo de culpar e isso é como um reflexo. Não requer qualquer esforço e acontece automaticamente, a menos que você se oponha com toda a sua força.
Mas se um dos dois conseguir parar e tentar compreender o outro, buscar ver realmente a mágoa da outra pessoa, a briga esfria imediatamente. Algo diferente acontece, algo interessante, em vez da mesma velha briga de novo e de novo.
Edein French fez aconselhamento de casais por mais de 50 anos. Nada a perturba porque ela já viu todo tipo de conflito e de reconciliação. Usando sua mente aguçada e seu coração sensível, ela é incansável em ensinar casais a fazerem seus relacionamentos funcionarem. Aos 84 anos, Edein ainda vê clientes de forma ocasional, tendo optado por diminuir o ritmo há apenas alguns anos.
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sexta-feira, novembro 13, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 229]
Primeiras reflexões sobre a vaidade humana (*)
(Flávio Gikovate)
...Exercemos o exibicionismo por todas as formas, desde a mais inofensiva, que é o de caráter físico até a mais perigosa, que corresponde ao exibicionismo intelectual. O exibicionismo intelectual é o mais grave, porque nossa razão deveria estar a serviço de nos ajudar a ver a realidade como ela é e também a nos posicionar de forma adequada diante dos fatos.
Nossa vaidade nos leva a desenvolver uma certa aversão aos fatos, especialmente aqueles que não combinam com o que gostaríamos que fossem os que efetivamente existem. Passamos a brigar contra a realidade e a substituí-la por nossas ideias. Num determinado momento, passamos a acreditar que nossas ideias correspondem aos fatos.
Não importa muito como achamos que o mundo e as pessoas deveriam ser. Temos que nos ater ao que é. Não importa acharmos que o amor é que deve nortear as relações entre as pessoas e que a sexualidade deveria estar acoplada ao encontro de parceiros compatíveis e legais. Isso é o que alguns pretendem, mas não é o que todos querem e nem mesmo o que se observa na prática da vida.
...A vaidade cega, subtrai o bom senso, nos afasta da realidade e do que é possível para nós. A vaidade nos afasta da reflexão útil e nos leva a querer ganhar discussões. Não é este o meu objetivo, como de resto nunca foi este o meu modo de me posicionar perante os problemas da psicologia. Acho que nós deveríamos nos voltar para os fatos e tentar interpretá-los de todas as formas possíveis. Mas os fatos e não aquilo que gostaríamos que eles fossem.
* Extraído e editado à partir do artigo original publicado pelo autor, em seu site.
** Flávio Gikovate é médico psiquiatra, psicoterapeuta e escritor.
Copyright © 2006 by Flávio Gikovate Todos os direitos reservados. All rights reserved.
(Flávio Gikovate)
...Exercemos o exibicionismo por todas as formas, desde a mais inofensiva, que é o de caráter físico até a mais perigosa, que corresponde ao exibicionismo intelectual. O exibicionismo intelectual é o mais grave, porque nossa razão deveria estar a serviço de nos ajudar a ver a realidade como ela é e também a nos posicionar de forma adequada diante dos fatos.
Nossa vaidade nos leva a desenvolver uma certa aversão aos fatos, especialmente aqueles que não combinam com o que gostaríamos que fossem os que efetivamente existem. Passamos a brigar contra a realidade e a substituí-la por nossas ideias. Num determinado momento, passamos a acreditar que nossas ideias correspondem aos fatos.
Não importa muito como achamos que o mundo e as pessoas deveriam ser. Temos que nos ater ao que é. Não importa acharmos que o amor é que deve nortear as relações entre as pessoas e que a sexualidade deveria estar acoplada ao encontro de parceiros compatíveis e legais. Isso é o que alguns pretendem, mas não é o que todos querem e nem mesmo o que se observa na prática da vida.
...A vaidade cega, subtrai o bom senso, nos afasta da realidade e do que é possível para nós. A vaidade nos afasta da reflexão útil e nos leva a querer ganhar discussões. Não é este o meu objetivo, como de resto nunca foi este o meu modo de me posicionar perante os problemas da psicologia. Acho que nós deveríamos nos voltar para os fatos e tentar interpretá-los de todas as formas possíveis. Mas os fatos e não aquilo que gostaríamos que eles fossem.
* Extraído e editado à partir do artigo original publicado pelo autor, em seu site.
** Flávio Gikovate é médico psiquiatra, psicoterapeuta e escritor.
Copyright © 2006 by Flávio Gikovate Todos os direitos reservados. All rights reserved.
sábado, novembro 07, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 228]
"Os sonhos são os parâmetros do nosso caráter."
(Henry David Thoreau)
"Todos os homens que realizaram grandes coisas eram grandes sonhadores."
(Orison Swett Marden)
"Os sonhos podem frequentemente tornarem-se desafiadores, mas desafios são o motivo pelo qual vivemos."
(Travis White)
"Sonhos são formidáveis. Quando eles desaparecem você pode ainda estar aqui, mas você terá parado de viver."
(Lady Nancy Astor)
"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos cujos horizontes são limitados por realidades óbvias. Precisamos de homens e mulheres que consigam sonhar com coisas que nunca existiram."
(John F. Kennedy)
(Henry David Thoreau)
"Todos os homens que realizaram grandes coisas eram grandes sonhadores."
(Orison Swett Marden)
"Os sonhos podem frequentemente tornarem-se desafiadores, mas desafios são o motivo pelo qual vivemos."
(Travis White)
"Sonhos são formidáveis. Quando eles desaparecem você pode ainda estar aqui, mas você terá parado de viver."
(Lady Nancy Astor)
"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos cujos horizontes são limitados por realidades óbvias. Precisamos de homens e mulheres que consigam sonhar com coisas que nunca existiram."
(John F. Kennedy)
domingo, novembro 01, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 227]
Continue no deserto
- Por que o senhor vive no deserto?
- Porque não consigo ser o que desejo. Quando começo a ser eu mesmo, as pessoas me tratam com uma reverência falsa. Quando sou verdadeiro a respeito de minha fé, então elas que começam a duvidar. Todos acreditam que são mais santos que eu, mas fingem-se de pecadores com medo de insultar minha solidão. Procuram mostrar o tempo todo que me consideram um santo; e assim se transformam em emissários do demônio, me tentando com o orgulho.
- Seu problema não é tentar ser quem é, mas aceitar os outros como são. E agir assim, é melhor continuar no deserto - disse o cavaleiro, afastando-se.
Perdoando os inimigos
O abade perguntou ao aluno preferido como ia seu progresso espiritual. O aluno respondeu que estava conseguindo dedicar a Deus todos os momentos de seu dia.
- Então, falta apenas perdoar os seus inimigos.
O rapaz ficou chocado:
- Mas não tenho raiva de meus inimigos!
- Você acha que Deus tem raiva de você?
- Claro que não!
- E mesmo assim você pede Seu perdão, não é verdade? Faça o mesmo com seus inimigos, mesmo que não sinta ódio por eles. Quem perdoa, está lavando e perfumando o próprio coração.
Qual o melhor caminho
Quando perguntaram ao abade Antonio se o caminho do sacrifício levava ao céu, este respondeu:
-Existem dois caminhos de sacrifício. O primeiro é o do homem que mortifica a carne, faz penitência, porque acha que estamos condenados. Este homem sente-se culpado, e julga-se indigno de viver feliz. Neste caso, ele não chega a lugar nenhum, porque Deus não habita a culpa. O segundo é o do homem que, embora sabendo que o mundo não é perfeito como todos queríamos que fosse, reza, faz penitência, oferece seu tempo e seu trabalho para melhorar o ambiente ao seu redor. Neste caso, a Presença Divina o ajuda o tempo todo, e ele consegue resultados no Céu.
O trabalho na lavoura
O rapaz cruzou o deserto, e chegou finalmente ao mosteiro de Sceta. Ali, pediu para assistir uma das palestras do abade - e recebeu permissão.
Naquela tarde, o abade discorreu sobre a importância do trabalho na lavoura.
No final da palestra, o rapaz comentou com um dos monges:
- Fiquei muito impressionado. Achei que ia encontrar um sermão iluminado sobre as virtudes e os pecados, e o abade só falava de tomates, irrigação, e coisas assim. Do lugar aonde venho, todos acreditam que Deus é misericórdia: basta rezar.
O monge sorriu, e respondeu:
- Aqui, nós acreditamos que Deus já fez a parte Dele; agora cabe a nós continuar o processo.
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- Por que o senhor vive no deserto?
- Porque não consigo ser o que desejo. Quando começo a ser eu mesmo, as pessoas me tratam com uma reverência falsa. Quando sou verdadeiro a respeito de minha fé, então elas que começam a duvidar. Todos acreditam que são mais santos que eu, mas fingem-se de pecadores com medo de insultar minha solidão. Procuram mostrar o tempo todo que me consideram um santo; e assim se transformam em emissários do demônio, me tentando com o orgulho.
- Seu problema não é tentar ser quem é, mas aceitar os outros como são. E agir assim, é melhor continuar no deserto - disse o cavaleiro, afastando-se.
Perdoando os inimigos
O abade perguntou ao aluno preferido como ia seu progresso espiritual. O aluno respondeu que estava conseguindo dedicar a Deus todos os momentos de seu dia.
- Então, falta apenas perdoar os seus inimigos.
O rapaz ficou chocado:
- Mas não tenho raiva de meus inimigos!
- Você acha que Deus tem raiva de você?
- Claro que não!
- E mesmo assim você pede Seu perdão, não é verdade? Faça o mesmo com seus inimigos, mesmo que não sinta ódio por eles. Quem perdoa, está lavando e perfumando o próprio coração.
Qual o melhor caminho
Quando perguntaram ao abade Antonio se o caminho do sacrifício levava ao céu, este respondeu:
-Existem dois caminhos de sacrifício. O primeiro é o do homem que mortifica a carne, faz penitência, porque acha que estamos condenados. Este homem sente-se culpado, e julga-se indigno de viver feliz. Neste caso, ele não chega a lugar nenhum, porque Deus não habita a culpa. O segundo é o do homem que, embora sabendo que o mundo não é perfeito como todos queríamos que fosse, reza, faz penitência, oferece seu tempo e seu trabalho para melhorar o ambiente ao seu redor. Neste caso, a Presença Divina o ajuda o tempo todo, e ele consegue resultados no Céu.
O trabalho na lavoura
O rapaz cruzou o deserto, e chegou finalmente ao mosteiro de Sceta. Ali, pediu para assistir uma das palestras do abade - e recebeu permissão.
Naquela tarde, o abade discorreu sobre a importância do trabalho na lavoura.
No final da palestra, o rapaz comentou com um dos monges:
- Fiquei muito impressionado. Achei que ia encontrar um sermão iluminado sobre as virtudes e os pecados, e o abade só falava de tomates, irrigação, e coisas assim. Do lugar aonde venho, todos acreditam que Deus é misericórdia: basta rezar.
O monge sorriu, e respondeu:
- Aqui, nós acreditamos que Deus já fez a parte Dele; agora cabe a nós continuar o processo.
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segunda-feira, outubro 26, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 226]
Mike Plant tinha viajado boa parte do mundo com vinte e poucos anos, em excursões a lugares remotos que só os corajosos ou imprudentes tentariam visitar.
Marinheiro ávido desde garoto, Mike estava agora em Jamestown, Rhode Island, trabalhando na construção civil e desfrutando o mar sempre que possível. Tendo chegado aos trinta anos, a vida parecia estar deixando-o para trás, e ele estava faminto por um desafio, por uma oportunidade de se superar.
Uma noite um cinema local mostrou um documentário sobre o BOC Challenge, uma regata de navegadores solitários ao redor do mundo. Ele estava lá e foi fisgado. Não havia dúvida de que ele queria participar da próxima competição, que aconteceria dentro de dois anos. Para Mike, isso realmente testaria sua capacidade.
Os amigos e familiares ainda trabalhavam no barco quando foi dado o tiro de partida. Nada fora fácil. Ele conseguira um patrocínio mínimo, e por isso o barco fora literalmente construído por Mike e qualquer outra pessoa que ele conseguisse como voluntária, confiante que o dinheiro acabaria aparecendo.
Ele partiu mal equipado tecnologicamente, em comparação com os outros barcos, mas isso não importava, porque estava na regata e este era o seu sonho. A viagem levou oito meses, e durante esse tempo um grande amigo, que também competia, perdeu-se no mar. Foi o único momento em que ele chegou perto de desistir.
Mike venceu em sua categoria, e tem muito orgulho disso. Mas se você encontrá-lo algum dia, perceberá que ele não é presunçoso, e que se considera uma pessoa comum. É um marinheiro talentoso, conhecedor e hábil, mas foi sua atitude de nunca desistir que tornou possível sua extraordinária realização.
Copyright © 1990 by David McNally Todos os direitos reservados. All rights reserved.
Marinheiro ávido desde garoto, Mike estava agora em Jamestown, Rhode Island, trabalhando na construção civil e desfrutando o mar sempre que possível. Tendo chegado aos trinta anos, a vida parecia estar deixando-o para trás, e ele estava faminto por um desafio, por uma oportunidade de se superar.
Uma noite um cinema local mostrou um documentário sobre o BOC Challenge, uma regata de navegadores solitários ao redor do mundo. Ele estava lá e foi fisgado. Não havia dúvida de que ele queria participar da próxima competição, que aconteceria dentro de dois anos. Para Mike, isso realmente testaria sua capacidade.
Os amigos e familiares ainda trabalhavam no barco quando foi dado o tiro de partida. Nada fora fácil. Ele conseguira um patrocínio mínimo, e por isso o barco fora literalmente construído por Mike e qualquer outra pessoa que ele conseguisse como voluntária, confiante que o dinheiro acabaria aparecendo.
Ele partiu mal equipado tecnologicamente, em comparação com os outros barcos, mas isso não importava, porque estava na regata e este era o seu sonho. A viagem levou oito meses, e durante esse tempo um grande amigo, que também competia, perdeu-se no mar. Foi o único momento em que ele chegou perto de desistir.
Mike venceu em sua categoria, e tem muito orgulho disso. Mas se você encontrá-lo algum dia, perceberá que ele não é presunçoso, e que se considera uma pessoa comum. É um marinheiro talentoso, conhecedor e hábil, mas foi sua atitude de nunca desistir que tornou possível sua extraordinária realização.
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terça-feira, outubro 20, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 225]
Se eu quiser falar com Deus
(Gilberto Gil)
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar.
(Gilberto Gil)
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar.
quarta-feira, outubro 14, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 224]
Evite mercadorias com muitas embalagens
Evite comprar produtos "superembalados" e, sempre que possível, prefira os bens não-embalados (como, por exemplo, alimentos frescos). Embalagens do tipo "caixinha-dentro-de-um-saquinho-dentro-da-sacola-dentro-do-sacolão" geram uma quantidade enorme de lixo.
Procure comprar produtos em embalagens que tragam quantidades adequadas para sua família. Por exemplo: se a sua família é grande, compre as bebidas nas embalagens maiores; se for pequena, evite as embalagens grandes e, consequentemente, o desperdício.
Não compre embalagens descartáveis de refrigerantes ou bebidas quando houver a possibilidade de comprá-las em embalagens retornáveis.
Cuidado ao manipular os alimentos
Na hora de comprar frutas, verduras e legumes, escolha com os olhos. Tocar os alimentos reduz a sua vida útil. Pegue o alimento somente depois de decidir o que vai levar. Assim, o produto será preservado por mais tempo.
Copyright © 2009 by Instituto Akatu Todos os direitos reservados. All rights reserved.
Evite comprar produtos "superembalados" e, sempre que possível, prefira os bens não-embalados (como, por exemplo, alimentos frescos). Embalagens do tipo "caixinha-dentro-de-um-saquinho-dentro-da-sacola-dentro-do-sacolão" geram uma quantidade enorme de lixo.
Procure comprar produtos em embalagens que tragam quantidades adequadas para sua família. Por exemplo: se a sua família é grande, compre as bebidas nas embalagens maiores; se for pequena, evite as embalagens grandes e, consequentemente, o desperdício.
Não compre embalagens descartáveis de refrigerantes ou bebidas quando houver a possibilidade de comprá-las em embalagens retornáveis.
Cuidado ao manipular os alimentos
Na hora de comprar frutas, verduras e legumes, escolha com os olhos. Tocar os alimentos reduz a sua vida útil. Pegue o alimento somente depois de decidir o que vai levar. Assim, o produto será preservado por mais tempo.
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quinta-feira, outubro 08, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 223]
Qual o preço?
- O preço de viver um sonho é muito maior do que o preço de viver sem arriscar-se a sonhar? - perguntou o discípulo.
O mestre levou-o a uma loja de roupas. Ali, pediu que experimentasse um terno exatamente do seu tamanho. O discípulo obedeceu, e ficou maravilhado com a qualidade da roupa.
Em seguida, o mestre pediu que experimentasse o mesmo terno - mas de um tamanho muito superior ao seu. O discípulo fez isto.
- Esse não serve. Está muito grande.
- Quanto custam estes ternos? - perguntou o mestre ao vendedor.
- Os dois custam o mesmo preço. Apenas o tamanho é diferente.
Na saída da loja, o mestre comentou com seu discípulo:
- Viver o sonho, ou abandonar o sonho, também custa o mesmo preço, geralmente muito caro. Mas a primeira atitude nos leva a comungar com o milagre da vida, e a segunda não nos serve para nada.
A busca do caminho
- Estou disposto a largar tudo. Por favor, me aceite como discípulo.
- Como um homem escolhe seu caminho?
- Pelo sacrifício. Um caminho que exige sacrifício é um caminho verdadeiro.
O abade esbarrou numa estante. Um vaso raríssimo despencou, e o jovem atirou-se no chão para agarrá-lo. Caiu de mal jeito e quebrou o braço, mas conseguiu salvar o vaso.
- Qual é o maior sacrifício: ver o vaso espatifar-se, ou quebrar o braço para salvá-lo?
- Não sei.
- Então não tente orientar sua escolha pelo sacrifício. O caminho é escolhido por nossa capacidade de nos comprometer com cada passo que damos enquanto o percorremos.
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- O preço de viver um sonho é muito maior do que o preço de viver sem arriscar-se a sonhar? - perguntou o discípulo.
O mestre levou-o a uma loja de roupas. Ali, pediu que experimentasse um terno exatamente do seu tamanho. O discípulo obedeceu, e ficou maravilhado com a qualidade da roupa.
Em seguida, o mestre pediu que experimentasse o mesmo terno - mas de um tamanho muito superior ao seu. O discípulo fez isto.
- Esse não serve. Está muito grande.
- Quanto custam estes ternos? - perguntou o mestre ao vendedor.
- Os dois custam o mesmo preço. Apenas o tamanho é diferente.
Na saída da loja, o mestre comentou com seu discípulo:
- Viver o sonho, ou abandonar o sonho, também custa o mesmo preço, geralmente muito caro. Mas a primeira atitude nos leva a comungar com o milagre da vida, e a segunda não nos serve para nada.
A busca do caminho
- Estou disposto a largar tudo. Por favor, me aceite como discípulo.
- Como um homem escolhe seu caminho?
- Pelo sacrifício. Um caminho que exige sacrifício é um caminho verdadeiro.
O abade esbarrou numa estante. Um vaso raríssimo despencou, e o jovem atirou-se no chão para agarrá-lo. Caiu de mal jeito e quebrou o braço, mas conseguiu salvar o vaso.
- Qual é o maior sacrifício: ver o vaso espatifar-se, ou quebrar o braço para salvá-lo?
- Não sei.
- Então não tente orientar sua escolha pelo sacrifício. O caminho é escolhido por nossa capacidade de nos comprometer com cada passo que damos enquanto o percorremos.
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sexta-feira, outubro 02, 2009
Lições para 'o caminho' [Km 222]
"A felicidade é não carecer de a termos."
(Lucius Annaeus Seneca)
"Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se!
Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!"
(Tertuliano)
"Trabalha como se vivesses para sempre. Ama como se fosses morrer hoje."
(Lucius Annaeus Seneca)
(Lucius Annaeus Seneca)
"Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se!
Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!"
(Tertuliano)
"Trabalha como se vivesses para sempre. Ama como se fosses morrer hoje."
(Lucius Annaeus Seneca)
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